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HIV de mãe para filho

A transmissão do vírus HIV da mãe para o filho recebe o nome de transmissão vertical. São três os momentos em que ela pode acontecer: durante a gestação, no parto e através da amamentação. Em qualquer um deles, para que a infecção ocorra deve haver um contato do feto com fluidos maternos que contenham vírus, como o sangue e o leite.
 
Atualmente é possível prevenir a transmissão vertical. Primeiramente, faz-se necessário um diagnóstico da mãe. Para isso, o teste para HIV deve ser feito durante o pré-natal, no 1º e 3º trimestre, sempre com o consentimento da mulher. Uma vez detectado o vírus na mãe, recomenda-se que ela seja tratada. Da mesma forma, após o parto, o bebê também deve receber antirretrovirais profiláxicos.
 
No caso de uma mulher que não tenha feito o pré-natal e, portanto, não saiba se tem ou não HIV, é possível ser feito um teste rápido de HIV. Caso o resultado seja positivo, ela receberá a medicação durante o parto e o bebê após o mesmo. Além disso, a amamentação passa a ser desaconselhada, devido ao risco de infecção do bebê.
 
      O HIV não é a única doença capaz de ser rastreada durante o pré-natal. Já no primeiro trimestre, devem ser testados a sorologia para hepatites, toxoplasmose e sífilis, por exemplo. Dessa forma, é possível tratar a mãe e prevenir que o bebê sofra com alguma dessas doenças.
      Há contudo um último desafio. Nos casos de mulheres com doenças sexualmente transmissíveis não basta apenas tratar as mulheres, é preciso que seu(s) parceiro(s) também procurem atendimento. Caso contrário, não apenas há risco da mulher se reinfectar, mas também que nela se desenvolvam cepas de vírus resistentes aos antimicrobianos.
      Portanto, é de extrema importância que as mulheres valorizem o pré-natal. Os exames darão ao medico uma noção geral da sua saúde, podendo organizar ferramentas para diminuir os risco na gestação. O objetivo é assegurar que mãe e filho mantenham uma vida saudável.
 
 

Para maiores informações acesse: http://www.aids.gov.br
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