Câncer de Mama

Durante o mês de outubro o mundo inteiro se pinta de rosa. Inspirado na cor do laço símbolo da campanha contra o câncer de mama, o Movimento OUTUBRO ROSA reúne internacionalmente uma série de ações com o objetivo de chamar atenção para a importância da prevenção e tratamento do câncer de mama, como a organização de palestras, campanhas e até corridas. Mas a ação de maior destaque sem dúvida é a iluminação de prédios e, principalmente, monumentos com a cor rosa: do Cristo Redentor à Torre de Tóquio.
Mas será que tamanha campanha é necessária? O câncer de mama é o segundo câncer mais prevalente no Brasil e no mundo. Acomete principalmente mulheres acima dos 35 anos, podendo ser detectado em mulheres mais jovens sobretudo quando há outros casos na família, e até mesmo em homens.
Existem alguns fatores de risco que podem aumentar a probabilidade do desenvolvimento da doença. O fator genético e a idade como citado acima são dois deles, mas a obesidade, exposição a níveis elevados do hormônio estrogênio e o consumo de bebidas alcoólicas também o fazem. Por outro lado, sabe-se que a prática de exercícios físicos, ainda mais após a menopausa, e o aleitamento materno exclusivo são fatores protetores, que diminuem as chances de se desenvolver o câncer de mama.
Alguns sintomas podem levar a mulher e seu médico a suspeitarem do diagnóstico. Abaulamentos e retrações na pele que recobre a mama, inclusive o mamilo, ou aspecto semelhante a casca de laranja, secreções, palpação de um nódulo (caroço) na mama ou axila e até dor.
O ideal é a detecção precoce do câncer. Para isso o Ministério da Saúde recomenda o acompanhamento de um médico com consultas anuais a partir dos 35 anos. Portanto se você tem 35 anos ou mais, procure um Ginecologista.

Os principais exames para detecção da câncer de mama são a mamografia e o exame clínico. A mamografia, um raio x da mama, permite a visualização de lesões em fase inicial e deve ser feito de dois em dois anos por mulheres a partir dos 50 anos. Já o exame clínico, quando realizado por médicos ou enfermeiros, pode detectar nódulos de até 1 cm se superficial e deve ser feita anualmente por mulheres com mais de 40 anos. Há ainda outras técnicas como a ultrassonografia e a tomografia computadorizada.
Agora que você já sabe um pouco mais sobre essa doença, pode ajudar o mundo a se prevenir e diagnosticá-la o mais cedo possível. Se você está dentro da faixa etária de risco procure um médico e se conhece mulheres com o perfil recomende a elas que também se informem sobre o assunto. Vamos nos juntar ao mundo e pintar de rosa os próximos outubros que virão.



Caso você queira saber mais sobre esse assunto, acesse: 
http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/mama

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